Aumentar a fonte do texto Normalizar a fonte do texto Diminuir a fonte do texto    facebook   flickr   youtube   
Aumentar a fonte do texto Normalizar a fonte do texto Diminuir a fonte do texto    facebook   flickr   youtube   
  

facebook   flickr   youtube   
Ministério da Saúde - MS
Secretaria de Atenção à Saúde - SAS
Departamento de Atenção Básica - DAB

 

Preveno e Controle de Agravos Nutricionais

Preveno e Controle de Agravos Nutricionais Preveno e Controle de Agravos Nutricionais Preveno e Controle de Agravos Nutricionais Preveno e Controle de Agravos Nutricionais Preveno e Controle de Agravos Nutricionais Preveno e Controle de Agravos Nutricionais Preveno e Controle de Agravos Nutricionais


Necessidades Alimentares Especiais


Em todas as fases do curso da vida, ocorrem alteraes metablicas e fisiolgicas que causam mudanas nas necessidades alimentares dos indivduos, assim como um infinito nmero de patologias e agravos sade tambm pode causar mudanas nas necessidades alimentares. As necessidades alimentares especiais esto referidas na Poltica Nacional de Alimentao e Nutrio como as necessidades alimentares, sejam restritivas ou suplementares, de indivduos portadores de alterao metablica ou fisiolgica que causem mudanas, temporrias ou permanentes, relacionadas utilizao biolgica de nutrientes ou a via de consumo alimentar (enteral ou parenteral). Dessa forma, so exemplos de necessidades alimentares especiais: erros inatos do metabolismo, doena celaca, HIV/aids, intolerncias alimentares, alergias alimentares, transtornos alimentares, prematuridade, nefropatias etc.

A Rede de Ateno Sade deve garantir assistncia adequada aos indivduos portadores de necessidades alimentares especiais, mas a ateno integral a esses indivduos requer um conjunto de aes que no competem apenas ao SUS. Outros setores pblicos, como a assistncia social e a educao, e setores privados, especialmente o setor produtivo de alimentos e medicamentos, tambm tm grande responsabilidade nessa questo.

Aqui destacamos informaes importantes sobre agravos sade que desencadeiam necessidades alimentares especiais para apoiar gestores e profissionais na organizao e oferta do cuidado.

  • Doena Celaca

  • HIB/AIDS


  • Protocolo Clnico e Diretrizes Teraputicas da Doena Celaca

    Portaria N 307, de 17 de setembro 2009 (republicao).
    Aprova o protocolo clnico e diretrizes teraputicas da doena e inclui, na Tabela de Procedimentos, Medicamentos e rteses, Prteses e Materiais Especiais do SUS, o procedimento 02.02.03.118-7 DOSAGEM DE ANTICORPOS ANTITRANSGLUTAMINASE RECOMBINANTE HUMANA IGA.

    Lei N 10.674, de 16 de maio de 2003.
    Obriga que os produtos alimentcios comercializados informem sobre a presena de glten, como medida preventiva e de controle da doena celaca.

    RESOLUO - RDC N. 137, de 29 de maio de 2003. Os medicamentos cuja formulao exija advertncias especficas devero fazer const-las em suas bulas e embalagens, obrigatoriamente, com dimenses que permitam fcil leitura e em destaque (inclui identificao da presena de glten).

    Federao Nacional dos Celacos do Brasil (FENACELBRA)