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Ministério da Saúde - MS
Secretaria de Atenção à Saúde - SAS
Departamento de Atenção Básica - DAB

 

Promoo da Sade e da Alimentao Adequada e Saudvel



Reduo de Sdio, Acar e Gordura Trans


Com o objetivo de reduzir a carga de doenas crnicas que tm aumentado no nosso Pas, algumas aes que visam ao melhoramento nutricional dos alimentos processados esto sendo colocadas em prtica, principalmente em relao reduo de gorduras, acares e sdio.

De acordo com a Pesquisa de Oramentos Familiares 2008/2009, h consumo excessivo de acares pela populao brasileira (61%) devido elevada ingesto de sucos, refrigerantes e refrescos, aucarados, aliada ao baixo consumo de frutas e hortalias.

De acordo com o Guia Alimentar para a Populao Brasileira, a recomendao de sal no deve ultrapassar 5 g por dia (1,7 g de sdio). O consumo mdio do brasileiro de 12 g dirias, ou seja, mais que o dobro da recomendao mxima.

H fortes evidncias do aumento do risco de cardiopatias devido ao consumo de gordura trans, havendo indicaes de que aumente tambm o risco de morte cardaca sbita e diabetes. Dados como esses vm causando preocupao em todo o mundo, devido ao impacto causado no sistema de sade pela carga de enfermidades e incapacidade imposta pelas doenas cardiovasculares.

Dada a importncia desse tema na agenda da sade, a reformulao dos alimentos processados figura no Plano Plurianual de Ao do Ministrio da Sade para 2012-2015, bem como no Plano Nacional para Enfrentamento das Doenas Crnicas No Transmissveis. Em 2007, foi assinado e, em 2010, foi renovado termo de compromisso entre o Ministrio da Sade e associaes representativas do setor produtivo que traz, entre seus objetivos, a reduo das quantidades de acar, gorduras e sdio nos alimentos processados.

Esse tema vem sendo pautado em nvel internacional a partir da Estratgia Global para a Alimentao Saudvel, Atividade Fsica e Sade, corroborado pelas diretrizes oficiais da alimentao brasileira, publicadas em 2005, por meio do Guia Alimentar da Populao Brasileira.

Construo da agenda de reformulao de alimentos processados com as indstrias de alimentao

Em 2007, foi assinado e, em 2010, foi renovado termo de compromisso entre o Ministrio da Sade e associaes representativas do setor produtivo (como a Associao Brasileira das Indstrias de Alimentao/Abia) que traz, entre seus objetivos, a reduo das quantidades de acar, gorduras e sdio nos alimentos processados.

Primeiramente, a partir de 2008, foi trabalhada a reduo das gorduras trans, com base no compromisso sinalizado pela Organizao Pan-Americana da Sade (Opas) de reduzir a quantidade de gorduras trans a valores no maiores do que 5% do total de gorduras em alimentos processados e no maiores que 2% do total de gorduras em leos e margarinas. Na primeira avaliao desse processo, em 2010, verificou-se que houve 93,4% de alcance das metas pelas indstrias representadas pela Abia, o que representou reduo estimada em 250 mil toneladas de gorduras trans nos produtos processados.

Em 2010, foi proposta uma nova agenda, relacionada ao sdio, com vistas a contribuir para os esforos de reduo do consumo de sdio da populao brasileira a menos de 2.000 mmg/pessoa/dia at 2020, que vem sendo intensamente trabalhada em conjunto pelo Ministrio da Sade, Anvisa e entidades representativas das indstrias, segundo os critrios, cronograma e resultados descritos adiante.

A construo de acordos e compromissos com associaes traz como principais vantagens a representatividade no mercado (que varia de 60% a mais de 90%, de acordo com o produto em questo), a fora de implementao das mudanas no setor e a impessoalidade e desvinculao com marcas.

Esse pacto foi oficializado por meio de termo de compromisso entre o Ministrio da Sade e entidades representativas das indstrias de alimentos, em abril de 2011, no qual so estabelecidas as categorias prioritrias para a reduo, o cronograma para o estabelecimento das primeiras metas de reduo e as primeiras metas pactuadas para 2012 e 2014.

As discusses gerais sobre a reduo da quantidade de sdio nos alimentos industrializados vm sendo realizadas no mbito da Cmara Setorial de Alimentos da Anvisa e as discusses especficas, por categorias de alimentos e outros assuntos tcnicos, no Grupo de Trabalho, coordenado pela CGAN/MS, do qual participam a Anvisa, a Coordenao-Geral de Doenas e Agravos No Transmissveis (CGDANT/MS) e representantes do setor produtivo.

Dada a importncia desse tema na agenda da sade, a reformulao dos alimentos processados figura no Plano Plurianual de Ao do Ministrio da Sade para 2012-2015, bem como no Plano Nacional para Enfrentamento das Doenas Crnicas No Transmissveis.

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