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Ministério da Saúde - MS
Secretaria de Atenção à Saúde - SAS
Departamento de Atenção Básica - DAB

 

Populao Ribeirinha ter mais uma Unidade de Sade Fluvial

Data de publicao: 02/02/2018


Desde o incio dessa gesto, o Ministrio da Sade j liberou R$ 491 milhes para ampliar e qualificar a assistncia sade do estado do Par


A população ribeirinha de 12 comunidades que vivem na região de Abaetetuba (PA) conta agora com o serviço da Unidade Básica de Saúde Fluvial. A unidade inaugurada na quarta-feira (31/1) pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros, tem capacidade para realizar consultas médicas, de enfermagem, além de procedimentos. Cerca de 8 mil pessoas, que antes tinham que buscar atendimento nas unidades da cidade, serão beneficiadas.

“A estrutura maravilhosa, equipada com consultórios, com cadeira odontológica, com dormitórios,  que vai percorrer os rios de toda a região de toda Abaetetuba, para levar atendimento a população ribeirinha. E o ministério já liberou recursos para outras unidades fluviais que estarão disponíveis para aqueles municípios onde há dificuldade de acesso para as áreas que são mais sensíveis para alcançar as pessoas e levar saúde até locais de difícil acesso”, enfatizou o dirigente.

Para a construção dessa unidade, o Ministério da Saúde liberou R$ 1,81 milhão. Além disso, após habilitada, a UBS Fluvial receberá em média custeio mensal de R$ 90 mil, para manutenção dos serviços ofertados. São estimados cerca de dois mil atendimentos por mês. No Pará, além de Abaetetuba, o município de Santarém conta com uma unidade básica fluvial para atender as populações que vivem às margens dos rios.

Em dezembro do ano passado, o Ministério da Saúde destinou R$ 85 milhões para construção de 45 Unidades Básicas de Saúde Fluviais para melhorar a assistência à população ribeirinha. A verba foi destinada a cinco estados: Acre (3), Amazonas (23), Amapá (1), Pará (20) e Tocantins (1). Cada UBS custa cerca de R$ 1,88 milhão.

As Unidades Básicas de Saúde Fluviais são embarcações que comportam Equipes de Saúde da Família Fluviais, compostas no mínimo por um médico, um enfermeiro, um técnico de saúde bucal e um bioquímico ou técnico de laboratório. Para as comunidades distantes, essas unidades adotam circuito de deslocamento, por meio de embarcações, o que assegura às comunidades assistidas a execução das ações de Atenção Básica.

O atendimento das Unidades Básicas Fluviais é direcionado à população ribeirinha de lugares como a Amazônia Legal (Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e parte do Maranhão) e Pantanal Sul Mato-Grossense. Elas buscam responder às especificidades dessas regiões, garantindo o cuidado às suas populações como previsto na Política Nacional de Atenção Básica (PNAB).